quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Sem aviso: Bola de fogo explode acima da costa brasileira

Uma gigantesca rocha vinda do espaço explodiu sobre o oceano Atlântico, acima da costa sudeste do Brasil. Este foi o maior asteroide a penetrar na atmosfera da Terra desde 2013, quando um objeto de 20 metros atingiu a cidade russa de Chelyabinsk.



O bólido rompeu a atmosfera da Terra às 10h55 BRT do dia 6 de fevereiro, atingindo o ponto de ruptura a 31 km de altitude, sobre as coordenadas 30.4S e 25.5W, acima do Oceano Atlântico, a cerca de 1800 km do litoral do Rio de Janeiro.
A informação sobre a ruptura da rocha foi publicada pela NASA-JPL, em sua página de monitoramento de bólidos. De acordo com a instituição, o meteoro cruzou a atmosfera da Terra a 14.5 km/s, cerca de 870 km/minuto.





Se o asteroide de 6 de fevereiro penetrasse na atmosfera entre dois e três minutos antes, explodiria sobre o céu da Região Sudeste com energia equivalente a 13 mil toneladas de TNT.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Diminuição de frequência de postagens

Olá leitores, quero pedir desculpas por diminuir as frequências de postagens, porque voltei das ferias e estou meio atolado com trabalhos etc eu vou trazer as notícias mais importantes como alertas e sábado e domingo trarei as noticias comuns, desculpe por postar menos mas não posso deixar a escola de lado.  

Alerta de Terremotos no Brasil

Terremoto de 2.3 pontos é registrado a 1 km 

de Joaçaba, Santa Catarina 


Um terremoto de 2.3 pontos de magnitude foi registrado no Brasil, a cerca de 1 km da cidade de Joaçaba, em Santa Catarina, a menos de 1 km de profundidade.
A informação foi registrada pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo.
De acordo com oo orgão, o evento ocorreu as 09h52 pelo horário de Brasília e teve seu hipocentro localizado abaixo das coordenadas 27.18S e 51.51W, a cerca de 5 km de Joaçaba, 2 km de Herval d'Oeste (SC) e 7 km da cidade de Luzerna (SC).

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Partículas carregadas vindas do Sol atingem a Terra neste momento

Embora ainda não tenhamos registrado um aumento significativo no índice KP devido à explosão solar observada em 11 de fevereiro, é certo que as partículas carregadas ejetadas estão impactando a magnetosfera neste instante.
Prova disso é o aumento significativo do vento solar, que saltou de 350 km/s para 507 km/s nas últimas 12 horas.
Acompanhe nossos indicadores solare em : [Ver no Apolo11]

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Boletim 14/02/16 21:50

Nas últimas 24 Horas saiu mais um flash de raio x da classe M, nas próximas 72  Horas haverá fortes tempestades Geomagnéticas

Ondas gravitacionais podem ser chave para compreensão do Universo

A confirmação da existência das ondas gravitacionais, previstas por Albert Einstein em 1915, abre inúmeras frentes de pesquisa no campo da astrofísica. As sutis flutuações detectadas carregam os segredos que podem ser a chave para a compreensão do Universo.


Concepção artística mostra dois buracos negros orbitando entre si antes de colidirem.

O Que são?
As ondas gravitacionais são tipicamente uma distorção no tecido espaço-tempo que permeia o Universo e são geradas por eventos cósmicos extremamente fortes, como a fusão de buracos negros ou explosões supernovas. A força desses eventos é tão extraordinária que faz vibrar ou distorcer o espaço ao redor, gerando uma espécie de "onda" que se propaga por todo o espaço.
Há 100 anos, em sua Teoria Geral da Relatividade, o físico Albert Einstein já havia proposto a existência dessas ondas, mas devido à sua extrema sutileza até hoje não havia sido possível detecta-la.


Assista ao Vídeo
Diagrama mostra como as ondas gravitacionais passaram pela Terra e o que causaram no tecido espaço-tempo.
É importante destacar que ondas gravitacionais não são ondas eletromagnéticas ou de partículas, como aquelas ejetadas pelo Sol durante uma tempestade, mas uma anomalia que faz distorcer as três dimensões e o tempo que cerca todos os objetos, um conjunto conhecido como tecido espaço-tempo.

A Descoberta
Há mais de quarenta anos os cientistas tentam detectar as ondas gravitacionais previstas por Einstein, mas a pequena amplitude da distorção e a baixa sensibilidade dos equipamentos adiou essa descoberta, finalmente anunciada na quinta-feira, 11 de fevereiro, em Washington.
Para a detecção das ondas, uma equipe com mais de 1000 cientistas utilizou os dados coletados pelo experimento LIGO - Observatório Interferométrico de Ondas Gravitacionais - constituído por gigantescos detectores instalados no interior de túneis de 3 quilômetros em Livingston e Washington, nos EUA e outro na Itália.

O Experimento
Cada um dos detectores do LIGO tem o formato de "L" e em cada uma das extremidades há um espelho de altíssima precisão. Na entrada do conjunto (no vértice do "L") há outro espelho de precisão, mas semitransparente, que tem a função de dividir e dirigir um único feixe de laser para dentro dos dois túneis.



Quando em ação, a luz do laser penetra em ambos os túneis e é rebatida pelos espelhos, criando um padrão luminoso conhecido como interferência óptica. Próximo à entrada dos túneis, o detector observa o padrão de interferência.
Em condições normais esse padrão de interferência é estático, mas se uma onda gravitacional passar por ele ocorrerá uma deformação minúscula do tecido espaço-tempo, que mudará o comprimento do túnel em uma fração similar ao tamanho de um próton.

E Aconteceu
No dia 14 de setembro de 2015, os detectores do LIGO instalados na Louisiana registraram um sinal de 200 milissegundos de comprimento. 7,3 milissegundos depois o detector instalado em Washington registrou o mesmo sinal.

Assista ao Vídeo
O som dos dos buracos negros colidindo, como registrado pelos detectores do LIGO em Louisiana e Washington.
Durante alguns meses, os pesquisadores fizeram diversos estudos e modelagens com o objetivo de descartar a possibilidade de um erro sistemático, causado por ruídos ou interferência e concluíram que o sinal detectado era de fato causado pela passagem de uma onda gravitacional criada pela colisão de dois buracos negros com massa entre 29 e 36 vezes a do Sol.
De acordo com os pesquisadores, essa colisão ocorreu a 1.3 bilhão de anos-luz e gerou ondas gravitacionais com energia equivalente a três vezes a massa do Sol. Essas ondas passaram pela Terra em 14 de setembro de 2015, deformando o espaço-tempo e mudando o padrão de interferência dos lasers do LIGO.

E Agora?
Embora a detecção das ondas gravitacionais seja considerada uma das maiores descobertas da física contemporânea - junto com a descoberta do Bóson de Higgs - suas implicações no estudo do Universo parecem infinitas.
Da mesma forma que o estudo das ondas sísmicas nos permite conhecer as profundezas da Terra com extrema precisão, o estudo das ondas gravitacionais permitirá fazer uma espécie de radiografia do Universo, uma vez que as modulações contidas nestas ondas podem contar detalhes de sua viagem, tais como por onde passou, densidade dos objetos atravessados, comprimentos e rotações de galáxias, etc.
O estudo dessas assinaturas impressas nas ondas ainda nem começou, mas com certeza novos instrumentos LIGOS deverão criados, com maior sensibilidade e em maior número, permitindo que mais ondas sejam detectadas.

Além disso, a descoberta prova mais uma vez a capacidade intelectual de Albert Einstein. Se a detecção das ondas gravitacionais render um Nobel aos seus descobridores - o que parece muito provável - não será surpresa se Einstein também o receber, mesmo depois de 100 anos.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Nasa descobre 2 sistemas solares com 3 planetas em sua zona habitável

O telescópio Kepler descobriu dois sistemas solares com três planetas de tamanho superior à Terra, em sua "zona habitável", onde se acredita que poderiam ter as condições para que houvesse água em sua superfície, anunciou hoje a Nasa.
Trata-se do sistema Kepler-62, que se encontra a uma distância de 1.200 anos luz da Terra na constelação de Lira, que tem cinco planetas (62b, 62c, 62d, 62e e 62f) e do Kepler-69, com dois planetas (69b e 69c), a 2.700 anos luz, na constelação do Cisne.
Os cientistas não sabem se pode haver vida nos planetas recém descobertos, mas assinalam que a detecção de planetas similares à Terra orbitando ao redor de uma estrela como o Sol significa que "estamos mais um passo perto de encontrar um mundo similar à Terra", informou a Nasa em comunicado.
Segundo as observações do Kepler, que vigia mais de 150 mil estrelas na busca de planetas ou candidatos a planetas, os planetas rochosos 62e, 62f e 69c, ficam na "zona habitável" do sistema, aquela que, se houver as condições, fica na distância na qual as temperaturas permitem a vida.
"Só sabemos de uma estrela que tenha um planeta com vida, o Sol", assinalou Thomas Barclay, cientista da missão Kepler, que destacou a importância de encontrar planetas na zona habitável em um sistema que orbita em torno de uma estrela similar ao Sol.
"A descoberta destes planetas rochosos na zona habitável nos aproxima um pouco mais do achado de um lugar como casa", assinalou por sua vez John Grunsfeld, do escritório de missões científicas da Nasa, em comunicado.
"É só questão de tempo que descubramos se a galáxia é o lar de uma multidão de planetas como a Terra, ou se somos uma raridade", acrescentou. EFE

Boletim 13/02/16 11:00

Terremoto forte ainda ocorrendo na indonésia, alta concentração de vulcões ativos na América central, altas temperaturas no nordeste do Brasil, terremoto moderado no Peru, a velocidade do vento solar é de 381 quilômetros por hora.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Boletim 12/02/16 20:00

terremoto forte na Indonésia, alta concentração de vulcões em toda América central, velocidade do vento solar 339 quilômetros por segundo

Tempestade solar prevista para 15/02

Tempestade Solar deve atingir a Terra na 

segunda-feira (15/02)

Atenção - O satélite GOES detectou uma forte emissão de raio X da classe M há menos de 24 horas. Esse tipo de emissão pode ter ejetado particulas carregadas em direção à Terra, que poderão provocar tormentas geomagnéticas nas próximas 72 horas. | Neste momento, a velocidade do vento solar está oscilando entre 300 e 400 quilômetros por segundo.
O modelo de previsão mostra que as partículas ejetadas atingirão a Terra na segunda-feira.


Relatório de fenômenos

Olá queridos leitores venho anunciar um Fenômeno para o dia 15/02/16

será um Perigeu da lua-369.619 kms da terra,  continuarei avisando Fenômenos astronômicos
do ano e sua data 


  Perigeu (astr ponto da órbita de um astro ou satélite em torno da Terra, no qual ele se encontra mais próximo de nosso planeta.)

domingo, 7 de fevereiro de 2016

stellarium

                                          STELLARIUM



 Olá como primeira postagem do blog gostaria de falar sobre um programa de observação espacial muito bom que eu uso muito é o STELLARIUM ele é um programa super completo que você observa os astros em tempo real, ou em uma noite passada que deu aquele fenômeno espacial e você perdeu esse programa te da a oportunidade  de ver novamente, claro não vai ser a mesma coisa do que ver ao vivo e em cores mas melhor do que nada, e você também pode se orientar nas estrelas, saber qual "pontinho" é Júpiter ou Saturno etc. baixem e verão isso e muito mais que esse programa faz 

      LINK PARA DOWNLOAD SEGURO 

http://www.stellarium.org/pt/